terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Depois da chuva

Juntando tudo, acho que deu dois dias de sol em Floripa. Na virada do ano choveu, como costuma acontecer. Olhávamos pro céu e víamos clarões: as nuvens refletiam os fogos de artifício. Para ver os fogos, foi preciso sair na chuva.
Assim que parava de chover, todos os ocupantes da Ilha entravam em seus carros e se metiam nos mais astronômicos congestionamentos. Inclusive nós contribuíamos para as estatísticas patológicas de lentidão na capital catarinense. Enquanto isso, os mais adiantados esperavam as ondas.
Eu não saberia repetir o nome dos lugares para os quais o Renato me guiou (eu dirigia, ele dava direções), mas passamos pela Lagoa, cruzamos um canal e fizemos uma trilha-lamaçal bem bacana.
Quando o sol começou a esquentar o planeta com seus raios iluminados, causando a evaporação da água sobressalente, já tínhamos ido e voltado.

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