quarta-feira, 21 de julho de 2010

Tradicional batatada

 
As pessoas do Canto da Horta decidiram sediar mais uma tradicional batatada na Oca. Mas os preparativos deles só foram até aí. Júnior e eu fomos no ferro velho comprar um terço de tonel, uma grelha e quatro pedaços de ferro pra fogueira não ficar direto no chão. A escolha do tonel a ser serrado foi difícil, porque alguns deles tinham adesivos com caveirinhas. O que está queimando na parte externa do latão na foto é óleo ou tinta (vai saber. Escolhemos o mais velhinho).

Uma batatada sai muito barato. Se a gente tivesse passado o chapéu, teria coletado R$ 2,- de cada um. E tava muito boa. Não só a grelha móvel genialmente desenvolvida pelos mais empolgados estava funcional, como a comida estava boa. As pessoas que vieram estavam tão descombinadas, que ficou bacana. Finalmente Telmo e Natalie se conheceram! Naquela noite me senti um elo de ligação: convergeram coletores menstruais, luzinhas de bicicleta, música, preocupações com a Educação e boas doses de alegria.

Cena do day after. Eu podia ter fotografado a louça na pia, a sujeira no chão ou a bagunça no quintal. Achei os colchonetes secando no varal muito mais interessantes (esteticamente, porque eu não lavei nenhum deles).

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