terça-feira, 20 de julho de 2010

Tai chi no Teatro de Tábuas

Júnior e eu madrugamos, pegamos 2 ônibus e chegamos 40 minutos adiantados pra aula de Tai chi no Teatro de Tábuas. A aula começou e as pessoas foram chegando. Du e Loi eu conhecia, os outros eram novidade. Du foi morador da Oca por um ano, enquanto o Teatro ganhava um espaço próprio e fixo perto de Campinas. Sales, nosso palhaço, chegou a viajar com o Teatro pelo Brasil afora. Provas disso estão no vídeo:



Eu já tinha sido aluna de Tai chi do Júnior quando ele era bixo na Oca. Os movimentos continuam os mesmos (mas o professor mudou o jeito de dar aula: muito mais paciente agora). Outra coisa que resiste ao tempo é a amizade de Du e Loi. Lembro que no carnaval de 2005 (?), minha primeira grande cicloviagem me conduziu a eles em São José do Rio Pardo.

O Teatro de Tábuas é uma estrutura muito mais complexa e completa que eu imaginava. Uma coisa que eu já sabia, mas nunca tinha visto, era a valorização do coletivo. A trupe toda mora e trabalha lá. Todo trabalho é voltado pro Teatro, de modo que são praticamente auto-suficientes.

Quando o Du mostrou o palco na carreta, comentou que num dos seus nove segmentos fariam um teatro de sombras inspirado num grupo chamado Pilobolus:

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