sábado, 17 de julho de 2010

Heimat

Desci do avião e enchi os pulmões daquela garoa fina e fria. Estou em casa.

Me posicionei na frente do aeroporto e esperei a Olga chegar. A porta do carro se abriu, o pastor Guilherme saiu, pegou sua bagagem, me deu um abraço, eu coloquei as minhas mochilas no carro e ocupei o lugar quentinho dele. Mais adiante o trânsito embolou e parou. Em casa.

Sentamos as duas na sala e conversamos ao som da novela parcialmente em italiano. Casa.

Peguei carona pra Barão e entretive os caras a viagem toda com as minhas estórias de far west. Estou na estrada de novo.

Chego em Barão e dou abraços em todos os meus irmãos, reconheço os meus ex-móveis, admiro a horta e nos preparamos pra festa surpresa do Ruy. Esta é a primeira vez que comemoro o aniversário dele com ele (e os outros). Me deixaram organizar a pizzada, elogiaram meus produtos culinários e depois de muitas estórias e risadas teve música de madrugada. Na manhã seguinte, lavei a cozinha. Lar, doce lar.

3 comentários:

Ulla disse...

Wie schön, dass es Dir gut geht. Bleib da und lass den Westen so wild sein wie er mag. Genieße es. Ich freue mich für Dich und grüße Dich von Herzen. Ulla

Mônica disse...

Nossa! É incrível como chegar em casa nos deixa mais leves, não? E é uma coisa que às vezes as pessoas nem entendem direito: eu, quando chego a São Paulo, vejo a marginal, já me sinto em casa!

Fernando disse...

E eu no car%$#@ do Metrô!