sábado, 31 de julho de 2010

Bicicletada

Toda última sexta-feira do mês tem bicicletada em São Paulo. O encontro está sempre marcado pras 18:00 e a largada pras 20:00. Quando cheguei, pontualmente às 18:00, só tinha um cara sentado na Praça do Ciclista. Fui na casa do Ariel, pegar uma bicicleta emprestada. Ariel e eu compartilhamos as bicicletas que ele me empresta, o fato de termos ficado um ano fora da bicicletada e o Luisão.
Foi bom rever algumas figuras, conhecer em carne e osso (me refiro ao Cabelo) quem eu conhecia em formato blog, ouvir diálogos do tipo: deixa eu ver o seu rosto, porque eu só conheço os seus textos (uma moça conversando com a Aline); e rodar pelo centro de São Paulo, que eu conheço pouco. 

De repente entramos num túnel, margeamos um cemitério, passamos pela Barra Funda (reconheci o cartaz anunciando o Animamundi), paramos no Pacaembu e depois de pedalar mais um tanto, alguém perguntou quem ia subir e Ariel se manifestou positivamente. Subimos a Augusta.
Foto que Matias fez. Eu sei que o Matias é psicólogo, mas sempre o tratei como biólogo; e por falarmos sempre de árvores, ele achava que eu era bióloga e não sabia que eu sou linguista. 

O cara na mureta (no alto) é um sujeito que pedala uma bicicleta de dois andares. Mas fora a dele, não havia nenhuma bicicleta diferente. Havia as tribos dos free riders, dos fixeiros, dos Dahon, dos speedeiros, dos city bikers e dos que têm uma MTB urbana. Tive a impressão de que as pessoas mudaram (em um ano isso era previsível), mas que o número de ciclistas ainda é alto. Senti falta do Thiago, que, depois de se recuperar da fratura, vai precisar aprender a andar de novo.

Um comentário:

Matias disse...

só pra constar o cara da bici de dois andares é o Galo.