segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Coisas da Unir

Fui de ônibus e voltei dirigindo o carro da Miyuki. Fui pra iniciar o processo de seleção do Mestrado e acabei numa reunião de departamento. De lá fui parar na banca de um concurso para docente.

Miyuki viajou de férias hoje e me deixou o carro dela, pro caso de eu precisar. Agora tem um carro estacionado na garagem da minha casa. Será que eu vou cair em tentação?

Hoje é o primeiro dia de inscrição para o mestrado em Letras. Eu mais duas secretárias do núcleo receberíamos as inscrições no auditório do prédio do mestrado em Biologia, porque não temos noção de quantas pessoas vão se inscrever. Chegamos lá e logo fui reconhecida pela secretária com quem eu tinha reservado o auditório. Ela me disse que sabia que eu tinha feito a reserva, mas a mulher lá tinha brigado com ela porque queria usar o auditório. Pedi pra que a secretária me dissesse quem é esta mulher que estava atropelando o primeiro dia de inscrições pro nosso mestrado, e a menina quase chorou. Não vale a pena, professora, aquela mulher é uma grossa e não vai ceder o auditório.

As 3 inscrições feitas hoje foram recebidas no local de trabalho das secretárias do núcleo. O primeiro inscrito chegou às 9:09 e foi fotografado e filmado.

Ao que parece, darei aquelas aulas punk rock de 8 horas lá longe em fevereiro e depois em março. Sintaxe e depois semântica.

Toca o telefone do meu chefe. Ele procura uma certa pessoa entre os presentes na reunião e não encontra. Faz gestos de desespero e avisa para a pessoa do outro lado da linha que vai mandar alguém no lugar do ausente. Passeia o olhar na roda e pára em mim. Avisa pelo telefone que vai mandar a Lou. Desliga o telefone e me pega pelo braço, conduz até a porta e me ensina o caminho até o local do concurso. Só havia uma moça inscrita para a vaga de professor assistente em Letras. A presidente da banca nos confessou que só tinha ficado sabendo que tinha sido promovida de suplente a presidente da banca havia alguns dias. O outro membro da banca é o professor que estava na minha banca quando eu prestei o concurso.

Enquanto a candidata fazia a sua prova escrita, a porta se abriu. No ato, reconheci a mulher que nos expulsou da sala durante uma sessão de cineclube, um mês atrás. Ela verificou o cartaz na porta que indicava que ali estava acontecendo um concurso e se foi.

Toca o meu telefone. É aluno querendo saber se pode entregar o trabalho final fora do prazo.

Nenhum comentário: