domingo, 25 de outubro de 2009

Ligações químicas

Fora Vagner e eu, todos na mesa são químicos. O que segue é uma breve apresentação dos meus queridos químicos e suas ligações.
Miyuki e Wilson. Ela é descendente de japoneses, como se vê, ele é de Maringá (PR). Miyuki é a mais festeira de todos; Wilson tem sido o meu guia em assuntos financeiros e burocráticos da universidade. Myiuki e eu trocamos figurinhas sobre a condição de morar sozinha. Wilson me assusta com histórias sobre germes, bactérias e vermes.
Wilmo veio de Araraquara e fala um R tão retroflexo quanto o meu (aqui eu percebo o quanto eu falo caipira). Toda a nossa programação noturna atrasou em função dele, que estava passando creme no cabelo.
Vagner, filósofo e natural de Porto Velho, com a Ana Carolina, minha ponte com os químicos. E o Ruy (que morava na minha república) é a minha ponte até ela. Ana esteve recentemente em Barão, por causa do doutorado dela, e por coincidência encontrou com o Ruy. Trouxe um abraço dele.
Como não é difícil de perceber, Vagner e Ana Carolina formam um casal. Vagner tinha planos de voltar para a cidade natal dele, prestou concurso na Unir, foi aprovado mas não conseguiu tomar posse porque não tinha graduação em Filosofia (mas em História), como pedia o edital. A rigor, ele deveria ter sido barrado logo na inscrição.
Enfim, quando chegamos na choperia, ele estava conversando amigavelmente com o terceiro colocado, que tomou sua vaga. Esse filósofo tem um nome complicado, mas todos o chamam apenas pelas duas primeiras sílabas de seu nome. Já me deu carona e é super simpático. Gaúcho, estuda Hegel em alemão.

Um comentário:

Mazu disse...

Só os espíritos mais evoluídos saem assim, étereos nas fotos!
=D