sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Quanta mudança

Quanta mudança
Alcança o nosso ser?
Posso ser assim daqui a pouco?
Não.

O Teatro Mágico

 

Plátanos, magnólias, araucárias, ipês amarelos e roxos,
a primavera desabrochando a olhos vistos
cheiro de forno a lenha,
casas de madeira tipo chalé,
gente bonita, alta de pele clara,
o uso do tu, a fala cantada,
calças, moletom e meias de lã,
banho de água quente,
o canto do mar, o tubo da onda,
cinamomos, bromélias e orquídeas,
abraços na família que não se via faz tanto tempo,
acompanhar o crescimento das 3 crianças dos 3 primos
ouvir a minha mãe falando português (na farmácia)
ver aquela novela com os 2 primos indianos
café da tarde, chocolates pra dividir
dias chuvosos, regados a neblina
aquecedor a gás.
Confesso que me senti mais perto de casa a 4 mil km daqui. Prolongando-se em mim, me deram livros, música, chocolates e memórias do 90. aniversário da Oma.


2 comentários:

Bicicleta na Rua disse...

Hmmm, a sua terceira foto é de uma bromélia de nome Achmea lindenii, o que praticamente prova que a pequena Lou estava em Floripa!
Bah, pequena Lou estiver em Floripa e não visitar Bicicleta na Rua. Bicicleta na Rua vai pedalar para esquecer tal fato.
;)

iglou disse...

Parabéns pela sua investigação botânica! Mas o formato da Ilha do Campeche deve ter te ajudado um pouco a confirmar que eu estive, sim, em Floripa.
Dessa vez o tempo em Floripa era curto e acabei não visitando ninguém além do Renato. Próxima vez que eu for à Ilha do Desterro, aviso mais gente, inclusive tu.
Se quiser vir pedalando pra cá, esteja à vontade!