domingo, 8 de junho de 2008

Fim de semana no IEL

Resolvi apresentar o IEL em toda a sua esplendorosidade. Minha mãe não sabe como é o lugar onde passei tantos anos da minha vida. Eu gosto do IEL nos fins de semana, porque quase não há pessoas lá e posso trabalhar tranqüila. O tempo apagou a inscrição 'não entre' que alguém tinha escrito neste forno. Não sei pra quê nem quando fizeram o forno, ou se ele de fato foi usado, mas quando voltei da Holanda, ele tava aí.
A arcádia, um lugar fresco nos dias de calor, lotado no horário de almoço e deserto nos dias de chuva. A vida social dos ielinos se passa aqui.
E aqui, na sala de computadores vazia, eu passo alguns dos meus fins de semana em intensa atividade de ler, escrever, mover, apagar, contar, pensar e reescrever. Hoje, por exemplo, teve bacalhoada em casa. Quando a minha barriga emitiu sinais de fome já eram 17:00 e eu lembrei que esqueci de almoçar. Fui pra casa antes de escurcer e jantei sobras do bacalhau que os outros almoçaram.

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