quinta-feira, 1 de maio de 2008

Dia do Trabalho

Passei o 1. de maio trabalhando. Naquele famigerado e maledeto artigo que foi rejeitado pela terceira vez - portanto definitivamente - pela Aphasiology. Minha maior frustração é que os caras (o editor e os dois pareceristas) concordam que o texto melhorou pra caramba. Mas não vão publicar porque não demonstrei maturidade para discutir com eles nas cartas (cover letter, em que aviso o que mudei, com o que concordo e com o que não, agradeço a sugestões e explico por que não forneço dados sobre tal coisa). Na verdade, não correspondo às expectativas teóricas dos meus pareceristas. Nada disso transparece no texto do artigo que não vão publicar.
O que fazer com um artigo que esta revista se recusa a publicar? Mandar para outra revista. Só que outra revista tem outros parâmetros, outra forma de organização, e talvez eu deva mesmo acatar algumas das reclamações organizatórias do meu parecerista chomskyano.

Trocando idéia com a Stephanie sobre o que fazemos no Dia do Trabalho, ela lembrou que a maioria das pessoas comemora o Dia do Trabalho não trabalhando. Mas isso não se aplicou a nenhuma de nós duas...

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