domingo, 23 de setembro de 2007

Barão Geraldo

Em casa, só reconheci 2 de 5 moradores e acabei sendo a tapioquense mais antiga. A casa em si também estava diferente: passou por uma reforma e o piso todo foi trocado. Nada mais de taco, agora o piso é frio e branco, pra sujeira se destacar melhor.

As minhas plantas morreram quase todas, nessa seca e poluição desgraçada que tá fazendo aqui.
Mas o maracujá doce que eu plantei um ano atrás está carregadíssimo. A trepadeira fechou a janela do Sales e Gustavo, sufocou as azaléias, subiu até o telhado e se estende pelo muro, olhando pra casa do vizinho. Todo dia eu vou lá no quintal, colher um maracujá docinho.
A minha rosa, que eu também nunca tinha visto florida, está bonitona.
Levei as minhas bicicletas desmontadas e encaixotadas pra bicicletaria e estou feliz da vida com a Amarilda e Rosa.

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